28 set 2021

Vetanco apresenta a tecnologia inovadora da Biotech Vac Salmonella para a imprensa da avicultura nacional

Vetanco
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Conteúdo disponível em: Español (Espanhol)

Com o objetivo de apresentar ao mercado brasileiro a nova geração de vacinas contra salmonelas paratíficas, a Vetanco Brasil realizou, no dia 24 de setembro, o lançamento oficial da Biotech Vac Salmonella para a imprensa. O encontro ocorreu em Campinas/SP, e reuniu jornalistas especializados no agronegócio nacional.

Tiago Urbano

Em sua fala de abertura, o Diretor Técnico/Comercial da Vetanco Brasil, Tiago Urbano, frisou um dos principais propósitos do laboratório. “Promover a saúde animal e a segurança dos alimentos. A Vetanco contribui com a produtividade do agronegócio ao oferecer produtos e serviços inovadores”, disse.

 

 

 

 

Carlos Adelino Dalle Mole

O gerente Técnico/Comercial de Biológicos da Vetanco, Carlos Adelino Dalle Mole, destacou o protagonismo da multinacional. “Até o momento, essa tecnologia não era empregada no setor avícola. A Biotech Vac Salmonella é a primeira vacina de subunidade utilizada na avicultura mundialmente, uma nova tecnologia, diferente das vacinas inativadas injetáveis ou vacinas vivas atenuadas”, explicou.

 

 

Thiago Tejkowski

Gerente de Marketing da Vetanco, Thiago Tejkowski revelou que, por se tratar de uma ferramenta realmente diferenciada para o controle de salmonela na avicultura, o registro da Biotech Vac Salmonella pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deu-se de forma bastante rápida.

Tejkowski lembrou ainda o conceito de saúde única. “Estamos falando sobre a proteção da ave, do ambiente e, também, dos seres humanos, ressaltando que a segurança pode ser aplicada como um todo, beneficiando todos os envolvidos na produção animal. Um conceito também conhecido como One Health”, ressaltou.

Tecnologia de subunidade

A Vetanco é o primeiro laboratório no mundo a utilizar a tecnologia de subunidade na avicultura. A Biotech Vac Salmonella foi desenvolvida pela Diretora de Biotecnologia da Vetanco, Dra. Sherry Layton, ainda na Universidade de Arkansas, um dos maiores centros de desenvolvimento e sanidade avícola mundial.

Por utilizar a tecnologia de subunidade, a vacina é a única que fornece proteção contra várias estirpes e sorotipos de salmonelas paratíficas, induzindo imunidade de mucosas e sistêmica. Oferece ampla proteção contra os sorogrupos B, C e D e pode ser utilizada em frangos de corte, postura comercial e matrizes pesadas.

Dalle Mole pontua, entre os benefícios desta vacina, a proteção de forma segura. “Não é uma vacina viva, portanto, não oferece nenhum risco às aves, e principalmente ao manipulador. Sua aplicação acontece via água de bebida proporcionando o bem-estar das aves, além disso, não interfere nas monitorias sanitárias e conta com a estratégia DIVA, que permite diferenciar o animal vacinado do infectado”, explica o gerente de Biológicos.

A vacina contra Salmonella é a primeira da plataforma Biotech Vac, e em breve serão oferecidas ao mercado outras soluções com a tecnologia de subunidade.

Salmonelas

Para falar sobre o impacto da salmonela na cadeia avícola, além de apresentar informações técnicas e científicas, a Vetanco convidou o consultor e especialista em salmonelas, Dr. Alberto Back. “Creio que poderíamos passar talvez uma semana falando sobre salmonela, o assunto é bastante vasto”, disse.

O especialista mencionou o posicionamento do país como terceiro maior produtor de carne de frango do mundo e um dos maiores consumidores. “Há ainda o consumo de ovos, que é bastante alto, de 251 ovos per capita ao ano. E um risco que temos é que o ovo pode ser fonte de salmonela para o humano, então, essa é uma preocupação”, frisou.

Dr. Alberto Back

Segundo o Dr. Alberto, a avicultura brasileira é referência em produção no mundo e, apesar de termos ocorrências de salmonelas nas aves, a quantidade e a frequência com que aparecem, se comparado ao resto do mundo, é muito menor. “O controle de salmonelas é bastante difícil e exige de nós procedimentos que para a maioria das outras doenças não são necessários, e esse trabalho precisa ser feito em equipe, em todas as etapas da produção”, ressaltou Back.

 

 



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