23 mar 2017

Situação da Influenza Aviária na Europa (13 de março)



Diamond V

Conteúdo disponível em: Español (Espanhol)

Desde 28 de outubro e até a presente data (13 de março) têm sido relatados na Europa 1.013 surtos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves domésticas, 43 em aves de cativeiro e 1361 em aves silvestres. O gráfico a seguir mostra a evolução dos focos confirmados semanalmente e pode-se observar uma redução significativa dos registros em aves silvestres.

Focos notificados semanalmente

No quadro a seguir estão indicados os países afetados, o tipo e número de focos totais de IAAP e, entre parênteses, os focos detectados na semana de 6 a 13 de março de 2017:

Focos declarados en la semana del 6 al 13 de marzo

Durante esta semana foram conformados três focos de Influenza Aviária de Baixa Patogenicidade (IABP) na França. No total, desde 27 de outubro até a presente data foram relatados 53 focos em aves domésticas e três em aves de cativeiro na Europa. As imagens de 1 a 3 mostram todos os focos ocorridos até o dia 13 de março de 2017 de acordo com o subtipo.

 

Focos IAAP en Europa

Imagen 1. Focos IAAP H5N8

 

Focos IAAP H5N5 en Europa

Imagen 2. Focos IAAP H5N5

 

Focos IABP en Europa

Imagen 3. Focos IABP

Na imagem 4 mostram os focos confirmados na última semana, de 6 a 13 de março de 2017.

Focos semana 6-13 marzo

Imagen 4. Focos notificados la última semana

Após a detecção dos surtos em aves domésticas foram aplicadas as medidas previstas na Directiva 2005/94 da União Europeia, entre elas, o abate de todas as aves presentes nas propriedades e o estabelecimento das respectivas zonas de proteção e vigilância com a restrição do trânsito de aves e seus produtos. A detecção de subtipo H5N8 do vírus da Influenza Aviária em aves silvestres não implica adotar medidas de restrição de transito das aves e seus produtos.

O MAPAMA (Ministério da Agricultura da Espanha) enfatiza a necessidade de reforçar a biossegurança das propriedades avícolas, especialmente as medidas para evitar o contato com aves silvestres, assim como reforçar a vigilância passiva tanto das granjas avícolas como das aves silvestres, notificando os serviços veterinários oficiais em qualquer suspeita da enfermidade.

 

Informações mais detalhadas sobre a biosseguridade na avicultura podem ser obtidas na página do MAPAMA na internet



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