21 jul 2017

Brasil suspende exportações de frango à UE de três frigoríficos

exportações de frango à UE


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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil suspendeu, temporariamente, exportações de frango à UE (União Europeia) de três frigoríficos da Seara – subsidiária da JBS – e uma unidade da BRF. Também foram paralisadas as vendas, ao bloco europeu, das cooperativas Copacol, Lar, C. Vale e das empresas Avenorte e Zancheta.

As medidas adotadas pelo Ministério da Agricultura brasileiro se produziram depois de a União Europeia realizara diversas notificações relacionadas com a carne de frango produzida nessas nove unidades. A principal inconformidade se refere à detecção da bactéria salmonella.

As unidades da JBS, cujas exportações foram suspensas ao bloco europeu, estão localizadas em Sidrolândia (MS), Rolândia (PR) e Nuporanga (SP) – segundo o Valor Econômico. No caso da BRF, o frigorífico suspenso se encontra em Uberlândia (MG). Se trata de uma das principais unidades da empresa, que lidera a exportação de carne de frango no país.

No caso da Copacol, o frigorífico suspenso está localizado em Cafelândia (PR). A unidade da Lar se encontra em Matelândia (PR); Avenorte, em Cianorte (PR); C. Vale, em Palotina (PR); e Zancheta, em Boituva (SP).

Antes da suspensão, 54 frigoríficos de carne de frango brasileira estavam autorizados a exportar para a União Europeia.

A auditora fiscal federal agropecuária do MS, Regia Paula Vilaça Queiroz, explica que a decisão do Ministério surge após várias notificações da União Europeia sobre o presença de bactérias no frango brasileiro. Estas notificações foram informadas pelo aviNews: “UE manterá severo controle à importação de carne de frango brasileira”.

“O DEPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) mandou aos frigoríficos as novas regras a seguir antes de enviar o produto para exportação. Estes terão que implementar as novas normas, em seguida os produtos passarão por exames de inspeção, revisão e, então serão liberados”, explicou a auditora fiscal .

Ela também afirma que existem regras para medir a salmonella e que encontrar esta bactéria nos produtos é normal dentro de limites específicos, porém, estavam sendo feitas notificações constantes. O que não pode acontecer do ponto de vista sanitário, já a que a bactéria é nociva para a saúde humana.

A empresa JBS informou que “estão sendo adotadas medidas para que as exportações sejam retomadas o quanto antes possível”. Enquanto que a BRF informou que a unidade de Uberlândia tem as vendas suspensas para o mercado europeu desde 16 de junho. “A BRF reafirma seu compromisso com a seguridade e a qualidade dos produtos dessa unidade, que continuam sendo comercializados normalmente nos demais mercados para os quais está habilitada”, informou a empresa em nota enviada pelo seu departamento de comunicação.

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