17 jan 2018

Expansão do mercado de nutrição animal é oportunidade para as enzimas

enzimas AB vista antinutricionais


Diamond V

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Especialmente no caso das enzimas (xylanases ou fitases) há uma oportunidade cada vez maior de redução de custos de formulação, deixando as dietas com custos cada vez mais eficientes, ou devido a sua ação no combate aos fatores antinutricionais (fitato ou polissacarídeos sem amido – PNAs).

O mercado de nutrição animal deve apresentar crescimento significativo na produção de rações em 2018. O Brasil deve encerrar o ano com uma produção total de cerca de 70 milhões de toneladas de alimento. Este é um resultado expressivo, sobretudo se levar-se em consideração as dificuldades da economia atual.

O setor de nutrição animal deve passar por importantes mudanças ao longo dos próximos dez anos. A manutenção da saúde intestinal das aves e suínos é uma ação importante, pois estamos vivendo um momento cada vez mais restritivo para os patólogos, devido à retirada de ferramentas como a proibição dos promotores de crescimento nas dietas animais.

“Temos que dedicar atenção maior aos fatores antinutricionais das dietas, assim como entender como o combate a estes pode interferir no desenvolvimento de uma flora bacteriana mais saudável para os animais”, aponta o Gerente Técnico para LATAM da AB vista, Dr. Alexandre Brito.

O mercado latino-americano (LATAM) experimentará o terceiro maior crescimento populacional mundial. A demanda vegetativa é importante e a AB Vista explorará este potencial. Especialmente no caso das enzimas (xylanases ou fitases) há uma oportunidade cada vez maior de redução de custos de formulação, deixando as dietas com custos cada vez mais eficientes, ou devido a sua ação no combate aos fatores antinutricionais (fitato ou polissacarídeos sem amido – PNAs). Este caminho é uma grande oportunidade a ser explorada no futuro, devido às restrições crescentes de uso de promotores de crescimento nas dietas animais.

A AB Vista está investindo recursos e esforços no desenvolvimento de estratégias de modulação da microbiota intestinal, reduzindo fatores antinutricionais das dietas de aves e suínos. Como o caso do uso de Quantum Blue (a fitase de última geração) e da Econase XT (endo-xylanase), que continuará proporcionando ação sem igual no conteúdo do IP6 (ácido fítico) e na ruptura correta dos PNAs (gerando frações corretas de AXOS). Estas duas ações proporcionam um ambiente positivo para o desenvolvimento de cepas bacterianas que melhoram a saúde intestinal destes animais.

“O uso de enzimas digestivas deve ser feito a partir da disponibilidade de seus substratos, ou seja, a quantidade de IP6 (ácido fítico ou fitato) para o Quantum Blue ou o conteúdo de Arabinoxilanas para a Econase XT. As enzimas são substratos dependentes! Entender esta quantidade de substrato disponível na dieta abre a possibilidade de aproveitar ao máximo o uso das enzimas. O uso deste conceito permite ao cliente utilizar doses mais altas com grande segurança, reduzindo ao máximo os impactos negativos destes fatores antinutricionais e reduzindo os custos produtivos. Estes dois elementos melhorarão o rendimento dos animais numa avaliação de longo prazo”, complementa Dr. Brito.
Da Assessoria de Imprensa



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