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María de los Angeles Gutiérrez

Diamond V

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De acordo com um comunicado do Escritório de Estudos e Políticas Agrárias (ODEPA), a produção de carne de aves, suína e bovina do Chile continua a registrar cifras de baixa e a projeção é de continuidade de queda nos próximos anos.

O comunicado do ODEPA indica que durante o período de janeiro-agosto de 2017 o Chile alcançou uma produção de carnes de 880.975 toneladas, representando uma queda de 10,6% em relação ao mesmo período de 2016. Do total, o componente mais importante é a carne de aves, que representa 51,56% da produção total, seguida da produção de carne suína, com uma participação de 33,01%, e a carne bovina, com 15,42%.

Dentro da produção total de carnes do Chile, o peso maior é o da carne de aves, que representa 51,56% da produção total de carnes. O produto alcançou uma produção de 454.279 toneladas, representando uma queda de 7,4% em comparação ao período acumulado até agosto do ano passado

Segundo o relatório do ODEPA, de janeiro a agostos de 2017, a produção de carne de aves alcançou 454.279 toneladas, ou seja, 7,4% a menos que no mesmo período do ano passado.

Nestes oito meses analisados, a carne suína registrou a maior baixa, chegando a 290.842 toneladas, 16,5% a menos que o quantificado no mesmo período do ano passado.

De acordo com fontes da indústria, a baixa registrada na produção da carne de aves e suína se deve a questões sanitárias que haveriam afetado as distintas plantas.

Por outro lado, o abate de gado acumulado até agosto registrou uma baixa de 7% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando uma produção de 135.854 toneladas e 519 mil cabeças abatidas este ano

Na opinião do presidente da Associação Chilena da Carne (ACHIC), Joaquín Abaroa, apesar de os números apresentarem queda, ela não seria tão volumosa como mostram os dados do ODEPA. – Economía y Negocios – El Mercurio.

“Existe um erro nos números relacionados aos suínos do mês de agosto, situação que notificamos ao ODEPA. Em agosto de 2016 chegou-se às 920 mil toneladas de produção, aproximadamente, alcançando uma baixa de 7% durante os primeiros oito meses do ano. A carne de aves e suíno, no entanto, caíram 7% e 5,7%, respectivamente, no período”, assegurou.

Quanto às importações de carne, em todas suas variedades, durante janeiro-agosto, alcançaram as 306.636 toneladas. Este número representa um crescimento de 10,7%, em comparação com as toneladas compradas no mesmo período do ano anterior.

O representante da ACHIC, Joaquín Abaroa, explicou que esta alta das importações foi impulsionada por um dólar mais baixo, que favorece a internacionalização e o aumento do preço interno dos produtos.

Consultado pelas projeções para o encerramento deste ano e o próximo, quanto a produção e importações, a ACHIC manifestou que a tendência deverá se manter.

O presidente da ACHIC, Joaquín Abaroa, indicou que a carne de aves e suína poderiam recuperar sua produção devido à sua reação produtiva ser mais rápida que a do bovino. “No total poderiam compensar em parte a baixa, porém seria mais para o próximo ano”, acrescentou.

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