11 nov 2020

Avaliação da eficácia do produto Sal CURB® K2 frente a Salmonella montevideo em diferentes tempos

Kemin Salmonella
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Diamond V

A Salmonella é um patógeno comum ao homem e animais, amplamente distribuído na natureza, capaz de sobreviver por longos períodos na presença de matéria orgânica e umidade. Com mais de 2.600 sorovares, a bactéria é encontrada nos ecossistemas mais remotos e variados.

 

As zoonoses de etiologia bacteriana, a exemplo da salmonelose veiculadas por alimentos, podem ser transmitidas ao longo de toda a cadeia produtiva (from farm to table). Teoricamente, isto possibilita a introdução de diversos pontos de eliminação ao longo das etapas de produção; na prática, porém, torna o controle mais complexo.

KeminNo Brasil, a salmonela é a maior causadora de doenças transmitidas por alimentos (DTA), sendo os alimentos mistos os principais envolvidos em surtos.

 

Pellegrini et al. (2015), avaliaram 1.269 amostras coletadas ao longo da produção de ração em quatro fábricas e constataram que 4,96 % delas foram positivas para Salmonella spp.

 

KeminCepas apresentando perfil de genotipagem semelhantes foram identificadas nos sorovares orion, montevideo, worthington e agona.

 

Kemin O sorovar montevideo obteve o maior número de grupos clonais distribuídos entre ingredientes, poeira, equipamentos e ração.

 

O produto Sal CURB® K2 Líquido desenvolvido pela Kemin é isento de formaldeído e possui ação focada na combinação sinérgica de ácidos orgânicos com ação surfactante e corrosividade reduzida.

Kemin Salmonella

 

OBJETIVO    Kemin

O objetivo do presente trabalho foi verificar a efetividade do produto Sal CURB® K2 na inativação de S. montevideo em 1, 6 e 16 horas após tratamento.

Kemin Salmonella

 

 

 

 

 

MATERIAL E MÉTODOS3,4

O protocolo foi realizado pelo laboratório Mercolab, Cascavel/PR.
Foram realizados dois tratamentos, sendo eles:

Kemin SalmonellaCP – Controle Positivo (Sem produto), e

Kemin SalmonellaT1 – Tratamento 01 (Com produto Sal CURB® K2).

O produto foi avaliado considerando-se a dosagem de 1:1 (1,0ml do produto para 1,0ml de água) e a cepa bacteriana da Salmonella montevideo foi isolado do campo – aves.

Para o preparo da avaliação, o produto após diluído foi distribuído em tubo estéril (9,0 ml) e adicionado 1,0 ml da cultura teste na concentração de 106 UFC/ml. Em seguida homogeneizado e deixado (produto x bactéria) em temperatura ambiente.

 

Após o período de 1 hora, 6 horas e 16 horas foram feitas diluições seriadas e semeadas pela técnica de Pour Plate em Agar PCA (Agar padrão para contagem).

 

As placas foram incubadas a 37+/-1oC por 24-48h. Após incubação foi realizada a contagem das colônias.Kemin Salmonella

Kemin Salmonella

Salmonella

 

Nas mesmas condições dos procedimentos acima foi realizado o controle positivo da cultura em teste, deixando-a em contato com água estéril deionizada pelo tempo de teste estabelecido.Kemin Salmonella
As análises foram realizadas em duplicata.

 

 

 

 

 

Kemin SalmonellaNa Tabela 01 abaixo são apresentados os resultados referentes a quantificação de S. montevideo por tempo de contato, para controle positivo e tratamento.

 

Kemin Salmonella

 

Salmonella - KeminNo período de 1 hora, o efeito do produto, evidenciado pelo T1, foi capaz de reduzir 7 logs de contaminação, mantendo condições por até 16 horas, período em que o protocolo contemplava as análises.

Kemin SalmonellaO controle positivo, CP, por sua vez, permaneceu com a contagem de 107 durante todo o período do protocolo.

 

Kemin Salmonella

 

CONCLUSÃO

KeminCom base nos resultados demonstrados neste estudo, foi possível verificar que o produto Sal CURB® K2 se mostrou efetivo frente a um dos principais sorovares de salmonela, encontrados em fábricas de rações, e pode ser utilizado como uma ferramenta de controle, associado às Boas Práticas de Fabricação (BPF) e princípios de Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC).

 

Kemin Salmonella

 

REFERÊNCIAS    Kemin

1 KICH, D. J.; SOUZA, J. C. P. V. B. Salmonela na suinocultura brasileira: do problema ao controle. Embrapa, Brasília/D.F., 2015.
2 PELLEGRINI, D. C. P.; PAIM, D. S.; LIMA, G. J. M. M.; PISSETTI, C.; KICH, J. D.; CARDOSO, M. R. I. Distribution of Salmonella clonal groups in four Brazilian feed mills. Food Control, v. 47, p. 672-678, 2015.
3 ISO 7218. Microbiology of food and animal feeding stuffs — General requirements and guidance for microbiological examination, 3 th ed. 2004. International Standard.
4 ISO 4833-1. Microbiology of the food chain – Horizontal method for the enumeration of microorganisms 1th ed. 2013.

 

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