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María de los Angeles Gutiérrez

Diamond V

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De acordo com os dados apresentados pela Associação Nacional de Avicultores do Panamá (ANAVIP), no ano passado o segmento avícola cresceu 24,7% com um valor de US$350 milhões, ou seja, US$20,9 milhões superior ao ano anterior.

Setor de carne de frango
No ano de 2016, foram sacrificados 104 milhões de frangos, 5 milhões a mais em comparação com o ano anterior, quando se sacrificou 99 milhões de aves.
Da mesma maneira, no período considerado, o consumo per capta de carne de ave cresceu 1,36 kg por pessoa, alcançando 42,18 quilos no ano de 2016.

Setor de ovos
No ano passado, a produção de ovos foi de 645 milhões de unidades, 32 milhões a mais em relação ao ano anterior, quando se produziram 613 milhões de unidades.
Também no ano de 2016 o consumo de ovos teve um crescimento, chegando a 166 ovos per capta, enquanto que no ano anterior o consumo era de 160 ovos por pessoa ao ano.

Para Luis Castroverde, estes números são significativos e dão uma perspectiva otimista ao futuro da avicultura panamenha.

Além disso, afirmou: “temos que reconhecer que as conquistas do passado vão ser tornar parte da história e não ser]ao garantia do êxito de amanhã, quando seguramente surgirão novos desafios”.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agropecuário (MIDA) do Panamá, durante o período analisado, a população de aves reprodutoras alcançou 1.711.151 unidades, os frangos de corte 18.928.592 unidades e as galinhas poedeiras 3.182.856 unidades.

Importação de carne de ave
O Tratado de Promoção Comercial (TPC) do Panamá com os EUA entrou em vigor em 2007. De acordo com as estatísticas da ANAVIP, naquele ano o Panamá importou US$7 milhões (300,385 quilos) em produtos avícolas e esse volume vem crescendo, chegando a US$12 milhões (37,547 toneladas) ao finalizar 2016.

Com relação às importações avícolas, o presidente da União Nacional de Consumidores e Usuários da República do Panamá (UNCREPA), Pedro Acosta, sugeriu aos consumidores que escolham produtos de origem panamenha já que é fresco e a indústria avícola está sendo capaz de atender a demanda nacional.

Exportações avícolas
A Associação Nacional de Avicultores do Panamá (ANAVIP), em seu informe, explica que as exportações de produtos processados registraram uma baixa de US$2.169.830, no período observado
Da mesma maneira, durante o ano de 2016, as exportações dos produtos antes mencionados alcançaram US$ 3.410.919, entretanto no ano anterior os embarques foram de US$5.580.749.
Para a exportação de ovos férteis, a diminuição foi de US$1,7 milhões, totalizando US$4.192.915 em 2016, enquanto que a comercialização ascendeu para US$5.956.542 no ano de 2015.
O setor avícola panamenho atribui esta queda das exportações às barreiras comerciais impostas por países vizinhos como Costa Rica e Colômbia.

O presidente da ANAVIP, Luis Carlos Castroverde, solicitou às autoridades que o produto nacional seja tratado com igualdade de condições aos provenientes do exterior. Além disso, ressaltou que a ANAVIP tem testemunhado que isso não está ocorrendo, já que o produto importado tem sido tratado com certos privilégios.

Destacou ainda que, apesar de o Panamá ter um Tratado de Livre Comércio com os Estados Unidos, eles têm este mercado fechado e os produtores panamenhos não podem exportar nem sequer uma pena de frango, enquanto é crescente a entrada de produtos avícolas americanos no país, o que não é justo.

Avicultores pedem às autoridades que estejam mais alertas para que não ingressem produtos que compitam deslealmente com os produtos avícolas panamenhos.

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