25 Maio 2018

1 bilhão de aves poderão morrer nos próximos por falta de ração

Exportación brasileña de carne de pollo cae 5,9% en febrero de 2018 falta de ração


AUTOR(ES)

Priscila Beck

Diamond V

Conteúdo disponível em: Español (Espanhol)

Nos próximos dias 1 bilhão de aves e 20 milhões de suínos poderão morrer devido à falta de ração no campo, segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). A entidade destaca que o acordo consolidado quinta-feira (25/4) entre Governo Federal e caminhoneiros ainda não surtiu efeito nas estradas.

Em diversos grupos de avicultura no whatsapp há imagens de frangos com comedouros vazios, animais com problemas de saúde por estarem comendo a cama de frango e até casos de canibalismo entre as aves. “Sem ração e comendo cama desde terça-feira (22/5), o desmantelo começou”, afirma uma das mensagens.

Poucos minutos depois da manifestação da ABPA, o presidente Michel Temer realizou um pronunciamento no Palácio do Planalto informando que o governo federal autorizou o uso de forças federais de segurança para liberar as rodovias bloqueadas, caso os organizadores do movimento não liberem as estradas.

Na noite de quinta-feira (24/5), os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Eduardo Guardia (Fazenda) e Carlos Marun (Secretaria de Governo) anunciaram acordo para suspensão dos protestos da categoria por 15 dias, quando as partes deverão voltar a se reunir. No entanto, o referido acordo não contou com a adesão de todas as entidades envolvidas no movimento.

Das 11 entidades do setor de transporte, em sua maioria caminhoneiros, que participaram do encontro, duas delas, a União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) e a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que representa 700 mil trabalhadores, recusaram a proposta.

Nesta sexta-feira (25/5), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que ainda não registra desmobilização de pontos de manifestação de caminhoneiros nas rodovias do país. A ABPA informou que caminhões com carga viva não são autorizados pelo movimento a transitar.

“A situação mais grave está no trânsito de ração, que está sendo impedido”, informa a ABPA. “Em diversos locais já há falta de insumos e animais estão sem alimentação”, completa.

A mortandade de animais é iminente e há risco de canibalização.  Os reflexos sociais, ambientais e econômicos são imponderáveis. A situação setorial é caótica.  Empresas poderão fechar devidos aos prejuízos causados pela paralisação.

Nesta sexta-feira (25/5), a ABPA registrou 152 plantas frigoríficas de aves e suínos paradas.  Mais de 220 mil trabalhadores estão com atividades suspensas.

A Abcam divulgou nota, também nessa sexta-feira, na qual afirma que, ao contrário de outras entidades, “que se dizem representantes da categoria, a Abcam, não trairá os caminhoneiros”. “Continuaremos firmes com pedido inicial: isenção da alíquota PIS/Cofins sobre o diesel, publicada no Diário Oficial da União“, diz o texto.

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